No mundo de hoje a profissionalização é uma das premissas para a obtenção de um bom emprego, no Brasil isto não é diferente, nós temos hoje uma grande facilidade de obter essa tão sonhada capacitação, porém, de uma maneira tão simples e tão cômoda nunca foi tão fácil quanto os cursos on line oferecidos por uma pequena quantidade de sites. Entre todos, se devem destacar aqueles que têm qualidade, garantia de bom aprendizado, comodidade e preço acessível a todos. O Curso 24 Horas é um desses de ótima qualidade, pois oferece aos seus inscritos, uma forma rápida e prática de aprendizagem, um preço extremamente reduzido (de R$ 20, 00 a R$ 60,00) por cursos de alta qualidade, flexibilidade de local, horários e tempo de duração, por ser on line não há necessidade de locomoção. O aluno também pode solicitar a inclusão do currículo no Banco de Currículos e ser indicado para vagas relacionadas aos cursos feitos, dentre outras qualidades do curso. O Curso 24 Horas não possui mensalidades, paga-se uma única vez, não há taxas embutidas, o curso on line é completo e a certificação simplificada, podendo o aluno retirar no próprio site a certificação, bem como receber via correios. Acesse hoje mesmo e inscreva-se. Ideal para funcionários públicos em busca de capacitação e obtenção de horas a serem incorporadas em seus salários, como vantagem de capacitação. Capacite-se acessando nos links abaixo relacionados.
Tuesday, December 28, 2010
Monday, December 27, 2010
O DINHEIRO E A ECONOMIA MUNDIAL EM 2011
Chegamos a mais um final de ano, um ano para ser lembrado por todos, vivemos as catástrofes naturais de sempre e os resquícios da crise econômica de 2008 que ainda assombra a todos. Vale a pena dizer que enquanto não tomarmos as medidas certas de ajustes, nossa economia padecerá das dificuldades impostas pela globalização. A dita globalização foi inventada para ampliar mercados e fazer circular mais rapidamente o dinheiro e os produtos, mas aqueles que se aventuraram se esqueceram de que nem todas as economias são iguais, nem podem ser. Mesmo na Europa unificada, vemos países com economia muito distinta dos outros, com muitas diferenças e desigualdades, como fazer circular dinheiro e produtos num mercado tão diversificado? Tão diferente e ainda com tantos desajustes sociais? Mas a globalização é uma realidade incontestável, que já está aí e não há muito que fazer a não ser se ajustar a ela. O que se deve aprender é de que todos podem ter muito a ganhar ou muito a perder se pensarmos individualmente num mundo cada vez mais unificado. O sucesso momentâneo de alguns pode ser o fracasso de outros e no futuro o fracasso de todos. Temos que pensar na economia como um todo, olhar para as desigualdades dos outros como se fossem nossas e o nosso sucesso como extensivo aos demais. Os ajustes devem ser realizados em conjunto, para que se faça toda a diferença no futuro e este futuro seja melhor.
Tuesday, November 23, 2010
O PROCESSO DE DESVALORIZAÇÃO MUNDIAL DO DÓLAR
Diante dos desequilíbrios nas contas americanas ocasionadas e agravadas pela crise financeira mundial de 2008, temos uma tendência de longo prazo na desvalorização do dólar. Os Estados Unidos não conseguiram recuperar sua economia da crise financeira de 2008, ademais entrou numa recessão com desemprego alto e baixo nível econômico.
Agora com a intenção de aumentar seu consumo interno, o FED comprou grande quantidade de papéis da dívida interna aumentando consideravelmente o despejo de dólares na economia.
A intenção das autoridades econômicas americanas é a de que os bancos passem a emprestar mais dinheiro às pessoas afim de que essas possam ir ao consumo, porém esta medida é de caráter duvidoso, visto que os bancos temem emprestar dinheiro, com receio de um calote idêntico ao da crise de 2008, bem como os bancos estão necessitando de dinheiro para cobrir seus passivos.
A medida resultará numa transferência gigantesca de dinheiro (dólares), para os mercados emergentes, dentre eles o Brasil, a China e outros países da Ásia e América do Sul, este movimento fará com que as moedas destes países sejam valorizadas em relação ao dólar, diminuindo sua capacidade exportadora e aumentando as importações. Trará também desequilíbrios na balança comercial e de pagamentos.
Movimentos de toda parte já começam a ocorrer, porém acredito que serão pouco eficazes, a desvalorização do dólar continuará gradativamente ao longo dos anos e testará a capacidade destas economias em conviver com um mundo mais volátil e desequilibrado.
O desequilíbrio é bem claro, mão de obra mais cara, custos mais elevados e conseqüentemente produtos mais caros e menos competitividade nas exportações. Tornar-se-á inevitável uma desindustrialização.
Todo esse cenário poderá ser amenizado, porém não sem alguns ajustes e remédios amargos e impopulares.
Wednesday, November 10, 2010
A GUERRA CAMBIAL
Quando escrevi acerca da crise financeira internacional em 2009, disse na época que aquela era a mãe de todas as crises. Expliquei que assim era chamada, porque ela iria gerar outras crises, ora específicas, ora mais amplas, algumas pontuais outras de longa duração. Agora estamos diante de outra crise, a do câmbio. Esta resulta de que os países mais desenvolvidos não conseguiram recuperar suas economias da crise financeira internacional e agora estão procurando esta recuperação usando outros mercados. A decisão do Fed americano de injetar U$ 600 bilhões na economia aponta nesta direção. Todo esse dinheiro não ficará no mercado americano, nem servirá para aquecer a economia americana, mas irá para os mercados emergentes que possuem taxas de juros mais atraentes e fará com que haja um desequilíbrio na economia desses países. O objetivo do Fed é desvalorizar o dólar, para que as exportações americanas ganhem impulso gerando empregos e diminuindo as importações. Os países emergentes estão se sentindo ameaçados por estas decisões, aponta-se para a política do “salve-se quem puder”. Decisões como estas farão com que medidas protecionistas aconteçam em vários países, especialmente naqueles que estão apoiados num modelo exportador. A China também participa ativamente desta guerra, pois, mantém sua moeda atrelada ao dólar, com a finalidade de desvalorizá-la artificialmente e não sofrer com a diminuição das exportações, mas tem tomado medidas para restringir a entrada de dólares no seu mercado, afim de que não haja desequilíbrio. Quem tem dólares está à procura de mercados mais atraentes visto que os juros americanos estão em 0,25% ao ano, bem como no Japão e outros países ricos, esses capitais estão na casa de 2 trilhões de dólares, migrando para os emergentes e desequilibrando as economias desses, em outra postagem falarei sobre as previsões futuras para este cenário global.
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